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Ficção, crítica, história e teatro na TV Estrangeiros na mídia eletrônica
A emenda quando aprovada, estará autorizando legalmente a acionistas internacionais, a participação em 30% em rários, emissoras de TV, editoras de revistas ou jornais.Segundo alguns, "a nossa mídia nunca mais será a mesma - para o bem e para o mal". O assunto é preocupante para cada um de nós, cidadãos brasileiros pois a comunicação é um bem público e não privado como pode parecer, privativo de investidores e concessionários dos canais. Ela realiza uma função pública essencial e por isso precisa prestar contas ao público , inclusive sobre sua estrutura e regulamento. Não é por acaso que existe em todos os países instrumentos para regular e fiscalizar o setor da Comunicação Social para impedir a prática de monopólios ou a ingerência de interesses estrangeiros que possam distorcer a soberania nacional. Esses 30% vão atrair empresas internacionais de mídia que podem não oferecer nenhum desastre à nossa "reserva"de comunicação, como pensam os deputados, mas ainda existem questões a serem respondidas . Em que estas empresas estrangeiras irão interferir? Que modelos de programação poderão influenciar? Que editorias irão privilegiar? Gostaria de deixar aqui , registrado, a reflexão feita pelo jornalista e diretor de televisão Nelson Hoineff : "...Se uma indústria com o peso da televisão no Brasil não pode suportar o monopólio de uma rede aberta, ela pode menos ainda assistir de braços cruzados ao triste espetáculo de concessões públicas definhando economicamente. E induzindo a sociedade a um perverso empobrecimento cultural, no qual 78% da população, que têm na televisão seu principal meio de informação ,não reconheçam nela a sua sociedade e menos ainda a si mesmos .Uma programação altamente nacionalizada e necessariamente pluralizada é condição essencial para se evitar o agravamento de uma crise de identidade provavelmente sem volta. O que importa, na regulamentação dos artigos que viabilizam o 222, é que se entenda que já não é mais sobre a propriedade das emissoras, mas sobre o país de 170 milhões de brasileiros que o Congresso está legislando".
Arquivo Cultura superios, midcult e masscult Investigando a cultura de massa Autores discutem cultura e mídia Reflexões sobre o telespectador ... e a televisão virou novela - (capítulo 2) ... e a televisão virou novela - (capítulo1) No tempo das "novelinhas" de 20 minutos Fernanda Montenegro há muito tempo na nossa TV TV de vanguarda, projeto arrojado da nossa TV As primeiras experiências em linguagem televisiva Incluo Os Maias na nossa quality television | |||||||