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Meus heróis morreram de overdose... Por Claudia Nunes Queria que a TV estivesse enganada, que eu estivesse louca, ou que fosse notícia de primeiro de abril. No fundo fugindo da dor, pensei de imediato: pô, a mulher viveu bem, fez o que quis, foi legal e coisa e tal; depois a revolta: porra, com tanto político e gente safada porque os bons? Não importa a causa, todos temos que ir de alguma forma, mas aceitar esta dor incomoda, desce seco, é a negação da espécie humana. O que está acontecendo, o mundo está ao contrário e ninguém reparou; talvez agora miss Eller veja o segundo sol se pôr e nós chorando em nossa nova casa que abriga agora a trilha imbuída nesta nossa conversão... você , Cássia, não me ligou, eu apenas vi e ouvi e não pude acreditar, afinal se lembra quando a gente, inspirado por essa voz, chegou um dia a acreditar, que tudo era pra sempre sem saber que o pra sempre, sempre acaba. Olha o dedo de Deus apontando pra mim! É que eu preciso que o Deus venha antes que seja tarde demais. Mas porque Deus? É acho que o cara não tem nada com isso, esta história é de nossa autoria e atuação e necessariamente temos que continuar trilhando, pois a vida vai continuando a arder sem explicação, mas não tem explicação? Não tem explicação, não tem explicação, não tem, não tem... Todos os dias minha música tema para encorajar o
dia tinha sua voz, e também aos sábados que nunca saio
são inspirados por sua e minha voz, mas neste dia fiquei desencorajada. Para você Cássia Eller minhas lágrimas e como você mesma um dia escreveu sorrindo naquele bilhetinho: tudo de som! Valeu e até um dia. Arquivos Sexo feminino. Data 2001 - parte II A Difícil e divertida arte de viver | |||||||